terça-feira, 23 de junho de 2009

Explicação - Motivos Pessoais

Olá aos poucos (ou nenhum dos) que estão visitando o meu blog.
Muitos se perguntaram da minha ausência. Pois é, ela não se deve somente ao site. O fato é que minha vida virou de cabeça pra baixo. O culpado disso sou eu, mas acho que amadurecer faz bem a todos, certo?

Primeiramente vou explicar o básico: Saí do curso de Design de Games. Podem jogar as pedras. Uma série de motivos fez com que eu decidisse isso, e os principais foram a minha pouca habilidade com desenhos e programação (podem falar o que for, mas é necessário ter habilidades com ao menos um dos dois para se sair bem no curso), que me desanimavam muito ao ver os outros trabalhando e eu não. Depois que o curso estava muito esquisito. As matérias estavam muito fáceis, eu conseguiria passar nas matérias empurrando com a barriga, e ainda com boas notas. Sinceramente, me sinto mal quando não dou o máximo de mim. Pra quem se matava de estudar no colégio, chegar em casa e não fazer nada era horrível.

Segundo que eu comecei a trabalhar em uma videolocadora. Isso fez com que eu chegasse morto todo dia em casa, sem tempo e energia para entrar na internet, quanto mais ajudar o meu grupo da faculdade com os trabalhos. Ainda estou trabalhando, e gosto muito do novo ambiente.

Terceiro: enxerguei um novo caminho para atingir meus objetivos. Eu quero poder escrever, e se possível aprender a modelar tridimensionalmente. Assim poderei trabalhar com animação na área de cinema/tv/jogos. É um caminho melhor e mais a minha cara. E exigirá mais de mim.

Houveram outros motivos que não poderei escrever aqui por motivos pessoais, mas que não me fazem mal, e que agora só me fortalecem. Acreditem, passei por maus bocados...
Em suma, quero agradecer aos amigos (poucos) que fiz na faculdade, e que espero sempre manter contato. Obrigado por confiarem em mim, e por me apoiarem nas decisões. Peço desculpas se fiz algum mal a vocês, não foi intencional.

Aviso também aos leitores que minha paixão por jogos de modo algum mudou: vou trabalhar na área, apenas busco um caminho que possa usar o meu potencial. O blog continuará existindo (provavelmente devo postar mais a partir de agosto, quando começar o meu novo curso e sair do emprego), com mais notícias e discussões do mundo gamer. E também que, para os que quiserem estudar Design de Games, que a Anhembi Morumbi é ótima. Só tenha pré-conhecimentos em desenho/programação. O pessoal que tinha isso lá mandava super bem.

No momento, estou estudando para a prova do SENAC, tentarei prestar para Audiovisual (estudo de cinema/mídias digitais) e após o término vou para o Canadá, onde recebi uma proposta de emprego, curso e moradia.

E é isso. Aproveito para fazer propaganda do meu novo blog: http://cenarioreal.blogspot.com , e aproveito para anunciar um outro blog em andamento. Aguardem por mais novidades!

sexta-feira, 6 de março de 2009

Propaganda Nerd - Trabalhos da Faculdade

Passo rapidinho aqui para anunciar também o outro blog que estou participando, do meu grupo de trabalho da Faculdade de Design de Games. Clique aqui para visitar.
Nele, estaremos postando atualizações sobre o nosso atual trabalho, que é a criação de um jogo para Web em Flash.
Aceitamos opiniões! Se quiser maiores informações, é só visitar o blog.

Quero aproveitar esse post também para mostrar o vídeo de animação feito para o segundo semestre de Design de Games, com programas como Toon Boom (usado em desenhos famosos, como The Family Guy) e flash (esse não precisa de comentários).
A história da animação é baseada em uma parte da mitologia da melanésia, contando a história de To-Kabinana e To-karvuvu, que criaram as mulheres a partir de côcos e foram os primeiros homens criados.
Não havia muito o que mexer na história, que não tinha um final específico, então tentamos dar um ar um pouco humorista ao desenho, sendo fiel à mitologia original.
Deixo, então, o vídeo:

O trabalho nos rendeu a tão desejada nota 5, ou seja, a nota máxima em todos os critérios.

Abraços Nerds!

Review - Street Fighter 4

Pois é, foram muitos anos de espera. Depoi de Street Fighter 3, somente remakes e updates (jogos refeitos e melhorados) foram lançados da maior e mais famosa franquia da Capcom. Muito se falou de uma verdadeira seqüência oficial para a nova geração, imagens vazaram na internet (um escândalo na época) e, finalmente, o jogo foi lançado.

Os consoles XBOX 360 (que terá uma versão oficial do jogo, com acessórios extra), PlayStation 3 e PC (que só terá o jogo no meio do ano de 2009) receberam a franquia intitulada Street Fighter 4 de forma majestosa.

Nas propagandas, vimos gráficos bem diferentes dos jogos antigos, adotando uma versão 3D, mas com sistema de combate completamente 2D, e traços em Cell Shading (parecendo desenho feito a mão, como o jogo Okami). No começo, muitos duvidaram que desse certo, já que os jogos de luta que migraram para o 3D teve a maioria com má aceitação do público.

As músicas e as histórias dos personagens foram completamente refeitas, sendo com qualidade digital e cut scenes (cenas que interrompem o jogo para contar uma história) em anime. Para os fãs de carteirinha é uma ótima notícia, já que as antigas animações eram paradas e muito da história era contado somente por escrito.

Por último e não menos importante temos os personagens, que vêm em grande número (ainda maior nas versões caseiras, já que também foi lançado para Arcades) e qualidade. Os grandes clássicos, como Shun Li, Ken, Ryu, Blanka (ele é brasileiro!) e vários outros estão lá, totalmente remodelados e com movimentos refeitos. Temos personagens novos e até alguns extras.

Agora, falarei minha opinião pessoal do jogo. Tive a oportunidade de passar 2 dias jogando na casa de um amigo.

Primeiras impressões: Abertura muito bonita, música contagiante, menu com letras pequenas (não são todos que tem telas de 42 polegadas).

O visual do jogo realmente ficou bonito, mas algumas coisas ficaram estranhas. Mãos e pés muito grandes, personagens desproporcionais. A Shun Li não ficou sexy, e sim, machona. Mas o sistema prometido funciona: ainda senti como se jogasse os antigos Street Fighter´s, com uma pitada de 3D em alguns momentos e especiais de tirar o fôlego.

As falas e músicas do jogo foram todas feitas em qualidade HD, e não deixam nada a desejar. Aos que não gostam das vozes em inglês (meu caso), é possível colocar em japonês com legendas em inglês. A história do jogo é simplesmente um bônus aos fãs, pois não são lá grande coisa, e o anime é feio e chato (ainda assim, melhor que os anteriores).

Os personagens realmente ganham o jogo. Ver Ryu soltando o famoso Hadouken com a famosa seqüencia de botões é fantástico (e os golpes continuam com os mesmos botões!). Há um vasto campo de lutadores, e jogar de dois é sempre emocionante.

O mais importante em um jogo de luta é a jogabilidade. E acredite, é a melhor dos jogos de luta até hoje (desculpem fãs de The King of Fighters, mas é verdade). Personagens que são mais fortes têm golpes mais complicados, e os mais fracos têm golpes simples. O equilíbrio é melhor que nos jogos antigos, e soltar um especial de última hora e virar o jogo é tão bom quanto ganhar de 3 a zero numa partida de futebol. Contra o Corinthians. Jogando apenas com um jogador.

O que realmente faz o jogo ser bom? Chamar o pessoal e jogar que nem louco. Quem disse que apenas o Wii era para juntar a galera, que caia da cadeira agora!
Street Fighter 4 é um jogo que qualquer fã de jogos de luta, ou que goste de juntar os amigos, deve ter. Há modos de treinamento que farão você virar profissional com um personagem, e se não quiser jogar sozinho, é possível jogar online e abrir archievements (360). Foi bom ter esperado tanto? Com certeza.

Entre 0 e 10: 9,5

PS: A Capcom também lançou uma versão de SF2 em formato HD e com personagens desenhados a mão para a Live e a PS Store. Vale a pena pagar pouco e se divertir!

PS2: Esperamos alguma adição ao jogo de PC de SF4.

PS3: Há rumores de uma suposta versão para Wii e/ou portáteis do jogo. Será que rola?

PS4: Algum dia a Sony lança.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Notícias - Video Games Live 2009 confirmado!

Aos que conhecem o show Video Games Live (quem não conhece, basta descer um pouco a página e ler os últimos posts), fiquem animados!

Tommy Tallarico e sua tropa estarão de volta no Brasil em 2009! Como já é costume, os shows devem ocorrer entre setembro e novembro, em pelo menos 2 cidades (eu diria pelo menos São Paulo e Rio de Janeiro, mas depois do ano passado e a ausência da turnê na capital paulista, prefiro não opinar).

Por enquanto, só sabemos isso. As datas devem entrar nas "tour dates" até Julho, e poderão ser vistas no site oficial www.videogameslive.com .

Quanto à setlist, devemos manter os clássicos (Mario, Zelda e Final Fantasy à vontade), com a entrada de jogos com belas músicas como Castlevania (que teve músicas tocadas já no ano passado), Harry Potter, Bioshock, Mass Effect e Shadow of the Colossus (músicas líndas do último, por sinal).

Quando houver maiores informações, postarei aqui.
É ou não é pra ficar animado?
=D

Deixo aqui um vídeo do show do ano passado pra animar o pessoal.

PS: Esse ano é provável que além do cd seja também vendido o tão esperado DVD filmado no Rio (com algumas imagens de São Paulo) e, 2007. Só tenho medo do preço, já que só o cd passava dos 40 reais...

Matéria - Hype é bom?


2009 é o ano dos games. Quantas vezes já ouvimos ou lemos essa frase das mídias especializadas na área? Será mesmo? Por quê dizem isso?
Bom, comecemos a analizar tendo em vista acontecimentos passados: peguemos 2008 e 2 exemplos de hypes (para quem não sabe, hype é popularmente conhecido como o excesso de propaganda em torno de um produto).

Primeiro: Metal Gear Solid 4. Quanto tempo demorou para que o tão sonhado jogo ficasse pronto, após longos vídeos que pareciam CG´s (cenas animadas em computador)! Eram revistas, propagandas na tv (em outros países), sites de internet, rádios... todas as mídias tinham propagandas do tão maravilhoso jogo!
Mas e aí, deu certo? Nesse caso sim. O jogo não desapontou os fãs trazendo uma história ainda mais intrigante, jogabilidade precisa, ótimas músicas e gráficos excelentes. Foi considerado por muitos como o melhor jogo de 2008.
Segundo: Wii Music. Desde 2005, na E3 que praticamente apresentou o Wii, esse jogo é mostrado em partes, ora mostrando uma orquestra em que você comanda o maestro, ora tocando bateria, entre outros. Muitas propagandas em todas as áreas novamente (cheguei até a jogar em um estande no shopping Morumbi, ganhei um boné), e finalmente o jogo foi lançado. Valeu a pena? Se você disser que sim, ou não tem bom conhecimento de jogos, ou é uma criança. O jogo é muito infantil, enjoativo e com controles imprecisos, além da falta de um objetivo concreto.

Não estou querendo apelar para nenhuma empresa, quero deixar claro, podia ter pego vários outros exemplos.

O que quero dizer com isso é que atualmente percebemos um excesso de hype em torno de jogos que até mesmo não pertecem a séries famosas, fazendo as empresas gastarem muito dinheiro e terem pouco retorno.

Agora peguemos como exemplo um jogo como Elite Beat Agents (Nintendo DS). Houve hype do produto? Sim, claro. Mas não em excesso, apenas o normal , nada que chegasse a dar raiva. Deu certo? Sim! O jogo vendeu como água, e agora pode abrir as portas para uma nova franquia!
Conclusão: Ver jogos desconhecidos tendo um grande Hype não atrai o público, e se atrair, o risco de haver uma decepção é maior. As empresas devem parar de fazer tanto escêndalo em torno de um jogo desconhecido e só tornar a fazê-lo se ele já for famoso ou se estiver vendendo bem.
2009 está com um grande Hype. São jogos como Street Fighter 4, God of War 3, Kingdom Hearts Bith by Sleep, Noby Noby Boy... pera aí! Noby Noby Boy? Exatamente! Se você não tem a menor idéia de o que é isso, está entre 99% da população! E o jogo está com um tremendo hype, principalmente lá fora!

Pra quem não sabe, Noby Noby Boy é um jogo do criador de Katamari Damacy, em que o objetivo é controlar uma minhoca. É mais um daqueles casos. E se não der certo? Se fosse uma continuação, uma melhora de Katamari, tudo bem. Mas se der errado... lá se vai dinheiro, fama do artista e decepção de muitos.

Hype é bom? Claro que sim. Mas somente quando o jogo já é famoso. E quando um jogo esperado não é bom, todos saímos perdendo.


PS: Aproveito para me desculpar pela minha ausência. Além da tão conhecida preguiça, faltava inspiração (não me convenci 100% da qualidade desse texto, ainda). Mas estou de volta!

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Matéria - Jornalismo Gamer

Muitos me perguntam de onde consigo tantas informações do mercado de tecnologia, se faço pesquisas enquanto publico aqui no blog. Bom, é bem simples, na realidade. Não estou com nenhum livro na mão nesse momento, mas garanto que muitas coisas que utilizo por aqui são provenientes de alguma forma de mídia.

Assim como a cozinha, os filmes, a música, as fofocas, etc., o mundo dos games e tecnologia também tem outros meios de publicidade que não eles mesmos, como revistas, televisão e internet. Desde pequeno ia à banca comprar alguma revista daquilo que gostava, e as de jogos de uma forma ou de outra acabavam na cabeceira da minha cama (acredito que a grande maioria dos nerds gostem de ler). Guardei muitas delas com carinho, e me divirto vendo as reações da época perante os jogos das antigas gerações.

Mas esse mercado, que apesar de incluso no de games, sofre problemas enormes, principalmente em nosso país. Uma das revistas pioneiras atuais sobre jogos é a EGM Brasil (Eletronic Gaming Monthly - Jogatina Eletrônica Mensal), a qual sou fã de carteirinha e assinatura, e está no mercado por quase 7 anos. A revista já passou por diversas formulações e direções devido à problemas internos e até mesmo pelas mudanças dos jogadores. Mas é uma das poucas que está lá, vendida toda semana nas bancas. Por que digo isso?

As revistas que eu antes comprava já não existem mais. Agora algumas se seguram por receberem incentivo de fora, como a X360, que obviamente fala somente do console da Microsoft e recebe incentivo da mesma. O brasileiro já é ignorante (convenhamos, ler é algo que apesar de muitos saberem, poucos praticam), e restringir ainda mais seu número à aqueles que lêem revistas de jogos é encontrar agulhas no palheiro. Por isso digo que apesar de ser algo que me informa, e a muitos outros também, o Jornalismo de Games é uma área que está sempre na corda bamba.

Além de revistas, temos (ou tínhamos) também a televisão.Lembro de quando eu ligava a tv para me informar com um antigo programa da Rede Bandeirantes, chamado G4 Brasil. Era muito bom, com notícias atuais e apresentadores que entendiam do assunto (o programa era financiado pela G4 TV, canal americano de jogos virtuais). Mas a alegria durou pouco, o programa acabou, e até migrou para outro canal (antigo canal 21). Programas seguintes, como o Fala + Joga, PlayZone e outros, do atual canal PlayTv acabam de ter um triste fim. E já não era tempo, o que antes só falava de jogos começou a sofrer influências de músicas populares e filmes, perdendo seu destaque. Atualmente não há nenhum canal em rede aberta que passe programas de jogos em todo o Brasil, e raramente há alguma propaganda ou sequer citação de um deles.

Os rádios não têm nada que fale de jogos, nem propagandas. De vez em quando alguns videogames são citados como prêmios de concursos, mas nada além. As músicas tão belas criadas para os mesmos sequer tocam em alguma rádio.

Portanto, posso dizer, sou mais um que vive no misterioso mundo da internet. Ela é a única com bom material para quem quer fujir um pouco da sujeira, desde que procurado. O mercado de jogos tem ótimos sites (www.gamespot.com; www.gametrailers.com; http://jogos.uol.com.br , e muitos outros) para quem quer se informar e entender do que acontece, e o portal G1 da www.globo.com oferece também informações sobre tecnologia e ciência. Infelizmente o Jornalismo de games só funciona de modo recompensador lá fora, e portanto, só vejo o seu futuro na internet para nós tupiniquins. 

Espero que o mercado de jogos não tenha um destino semelhante.

*Créditos à EGM pela imagem da capa de uma de suas revistas.

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Matéria - Jogos Criativos

Paremos para pensar: O que fez com que os jogos evoluíssem tanto para chegar onde estão?

Voltemos então lá para o início, digamos: pac-man. O que o jogo tinha para vender tanto? 
O jogo se diferenciava dos demais. E naquela época não existia gráfico realista e sons envolventes. O que fez o jogo ser um sucesso foi sua originalidade: ter um personagem carismático e cenários coloridos.

Pouco tempo depois, veio outro jogo que vendeu toneladas: Super Mario. Qual a sua qualidade? Ter uma missão, e um possível final feliz (perceba: ele utilizou a idéia de um personagem central, copiando-a de pac-man, assim como outros). Mas pera lá: o que isso tem a ver? Simples: Todos os jogos que mudaram o cenário gamer tinham algo de novo a oferecer. E foi assim durante muito tempo, houve a chegada dos jogos coloridos com o super nintendo, os gráficos 3d com Mario 64, as músicas envolventes como em Final Fantasy VII, e por aí vai.

Mas parece que estamos passando por um problema. Todas essas idéias, assim como Mario fez com Pac-Man estão sendo reutilizadas ao extremo, deixando todos os jogos atuais repetitivos e sem nada de novo a oferecer.

Paremos para pensar: Qual a diferença entre The Sims e The Sims 2? Os verdadeiros fãs vão dizer: Os gráficos, os novos objetos, novas interações. Pergunto: Isso não seria simplesmente mais do mesmo? Chegaremos então com The Sims 3, com gráficos melhores, novos objetos, novas interações. Deixo claro, não estou me referindo especificamente a The Sims, apenas o peguei como exemplo.

Agora, porquê todo esse sermão? Bom, não sei quanto a vocês, mas sinto falta de coisas novas que ofereçam mais que gráficos lindos e muito sangue. Lógico que gostei de Devil May Cry 4, Bioshock, mas... falta alguma coisa. Falta a sensação de jogar algo novo de verdade, algo que brilhe os olhos.

Então você vai virar pra mim e dizer: "Não tem como, tudo já foi criado". Mentira.
Vemos sim jogos originais serem criados. O problema é a quantidade de jogos assim criados em comparação aos que vendem milhões. Peguemos o exemplo de Katamari Damacy, jogo mais que inovador, que ninguém colocaria as mãos no fogo por ele, e que fez muitos olharem torto. Apesar de tudo, ele funciona, e muito bem! Quem diria que rolar uma bola grudando tudo prenderia tanto a atenção! Mas a um porém: o jogo cansa. Após um tempo, fica mais do mesmo, e não há o porque de novos lançamentos: é sempre igual. Além do mais, é uma idéia única, ou algum louco vai criar outro jogo de grudar o planeta em uma bola?
Pois é disso que precisamos: De um jogo que revolucione. Um jogo como Pac-Man. Um jogo como Mario. Um jogo único. E são poucos os que tentam fazer isso hoje em dia, já que o mercado só pensa em dinheiro.

Deixo aqui alguns exemplos de jogos inovadores atuais que valem a pena jogar:

Dance Dance Revolution (há uma matéria sobre o jogo nesse blog!) - multiplataforma
Guitar Hero - multiplataforma
Katamari Damacy - multiplataforma
Patapon - PSP
Elite Beat Agents (ou Ouendan) - Nintendo DS
Loco Roco - PSP
Spore - Pc

Há muitos outros. Basta fugir um pouco dos Mario´s e Final Fantasy´s. Boa diversão!