Spore desde o início foi comentado como sendo algo extraordinário, e que mudaria o modo de ver os jogos. Seu conceito é baseado na teoria da evolução de Darwin (e outros livros), e dita o jogador através da criação do universo.
Para isso, o jogador deve criar uma molécula para que possa evoluí-la em um novo planeta e, quem sabe um dia, conquistá-lo por completo. Vários estágios completam o ciclo de vida de sua molécula, sendo eles: A poça, Criatura, Tribal, Civilização e Espacial. A cada fase, seu monstro vai ganhando mais partes e interação com o cenário.
Qualquer um pode jogar Spore. Coloquei essa frase a prova quando minha sobrinha de 5 anos conseguiu criar um monstrinho sem qualquer explicação, e jogar com o mesmo. O criador de criaturas (disponível gratuitamente no site, incluso também no jogo original) é muito simples, e qualquer monstro pode sair de lá (é praticamente impossível encontrar um igual no mundo todo).
Os gráficos não são nenhuma maravilha, mas a aposta do jogo não é essa, e praticamente nunca foi nas outras séries de Will. O restante do jogo tem elementos de vários jogos, como Flow, Age of Empires e até mesmo Sin City e The Sims.
Não chegou a revolucionar o mundo, mas muita gente está jogando. Aos que forem fiéis e comprarem o jogo original, é possível distribuir sua criatura para o mundo todo, assim como vídeos do seu jogo. Há também um pacote especial do jogo a venda com um encarte exclusivo, pôsters e material de making-off.
Mais do que recomendado, principalmente para aqueles que gostam de criar tudo em um jogo (e que não ligam de passar horas jogando sem perceber).
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